Para exemplicar esse processo de internacionalização, na qual a empresa inicia a comercialização de seus produtos através de parcerias com outras empresas e posteriormente investe em lojas próprias no exterior, apresentamos o caso da H. Stern. Em seu site, http://www.hstern.com.br/, a empresa divulga como se envolveu na internacionalização de suas atividades:
"A internacionalização da H. Stern continua caminhando a passos largos
Em 2003, durante a sua primeira participação na feira de jóias e relógios de Basel na Suiça, a empresa anunciou o começo de uma nova era. A joalheria, que desde sua fundação vinha comercializando seus produtos exclusivamente através de lojas próprias, estava passando a trabalhar com uma rede de parceiros para representar sua marca em países da Europa, Oriente Médio e nos EUA.
A partir de então, passou a distribuir produtos através de lojas de departamentos e em joalherias de terceiros, sempre com o uso de corners e expositores com a bandeira H.Stern, para preservar a filosofia e a imagem da marca. Hoje, a H.Stern tem parceiros em países como Espanha, Grécia, Suíça, Rússia, EUA, Portugal, Bahrain, Dubai, Cazaquistão, França, Inglaterra e Ilhas Cayman.
Além da ampliação da rede de parcerias internacionais, a H.Stern aposta em suas flagship stores em pontos estratégicos, A empresa já tem lojas em locais importantes como a Quinta Avenida, de Nova York, a Neuer Wall, em Hamburgo, e a 5 Hofë, em Munique, Está inaugurando novos pontos em Cannes, na França, e no México."
8 comentários:
Muito interessante o ponto de vista apresentado, principalmente por que essa internacionalização é uma tendência mundial. No caso de empresas brasileiras, ainda temos a NATURA, as HAVAIANAS, entre outras marcas famosas que optaram por dar esse passo importante na história da empresa.
Antes de qualquer consideração sobre o tema, é importante ressaltar o valor que compreende este blog, que materializa a pesquisa e o estudo de alunos empenhados para ampliar seus conhecimentos e, consequentemente, amparam os róis dos assuntos de imediata relevância.
Vê-se que a situação apresentada refere-se à economia globalizada, assunto este de importância maior em debates econômicos e sociais.
Não diferente é a importância de quem trata deste assunto, sendo, dentre outros profissionais, os operadores de relações públicas, que interferem de modo pragmárico para que as economias de culturas diversas sejam integradas.
Com a leitura, pode-se extrair a importante participação destes profisisonais na concretização da economia globalizada e, especialmente para o setor privado, para a disseminação de produtos e empresas pelos diferentes "cantos do mundo", visto o seleto conhecimento que dispõem.
Há por bem concluir que tanto o texto quanto o objetivo deste blog estão de parabéns, pois satisfazem as espectativas científicas, por tratarem de informações concretas e indutivas, ao contrário do que muito se propaga nos meio de comunicação, que vez ou outra baseam-se em informações dedutivas e prejudiciais à difusão de verdade e cultura no país.
Parabéns e sucesso.
Muito interessante a abordagem. É comum alunos ou profissionais de economia e comércio exterior tratarem deste assunto. Mas, quando alunos e/ou profissionais de outras áreas se aproximam deste assunto, agrega-se experiências diferenciadas, o que permite uma visão ampla deste assunto que é bastante discutido atualmente.
Nubia
É isso mesmo! A empresa que não se internacionaliza-se está cada vez mais sujeita à se socumbir, seja por força da concorrência internacional ou a falta de estratégias de negócios no mercado.
É isso mesmo! A empresa que não se internacionaliza está cada vez mais sujeita à se sucumbir, seja por força da concorrência internacional ou a falta de estratégias de negócios no mercado.
Fica aqui minha pergunta.. vocês acreditam que o BRASILEIRO tenha um perfil diferenciado em fazer negócios, e que este perfil contribua para o sucesso fora do pais. Afinal ainda são poucos os casos que temos certo?!
Parabens pelo blog...
Muito legal este tema. Acho q as empresas brasileiras para entarem no mercado interacional precisam ser melhor orientadas para q tenham mais coragem e diminuam os riscos. Acho q este blog pode ajudar mto nessas questões.
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